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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

CADASTRAMENTO DE FLANELINHAS QUE ATUAM NO BAIRRO DO RECIFE COMEÇA NESTA SEGUNDA

Medida visa uma melhor fiscalização da atuação dos guardadores de veículos


Começa nesta segunda-feira (15) o cadastramento de flanelinhas que atuam no Bairro do Recife. Os guardadores de carro terão uma semana para procurar a delegacia de polícia da avenida Rio Branco, no centro da Cidade, para informar dados pessoais e área da atuação. Eles também deverão levar documento de identidade e CPF. Estima-se que 50 pessoas atuem no bairro nesse tipo de serviço, mas só após o cadastramento é que a Prefeitura do Recife saberá quantos e quem são os flanelinhas da região.
A medida foi a solução encontrada pela gestão municipal para fiscalizar melhor a atuação dos flanelinhas, que muitas vezes geram polêmica pelas denúncias de cobrança abusiva para estacionar e até arrombamento de veículos. Para ser um guardador de carro regular, o trabalhador precisa ter mais de 18 anos. A restrição de idade tenta barrar o trabalho infantil. Todos serão alvo de investigação sobre antecedentes criminais. A partir do ano que vem, cada um deve portar um crachá confeccionado com foto, nome e local de atuação. Essa identificação é pessoal e intransferível. A padronização também envolve o uso de um colete.
O projeto-piloto de cadastramento dos flanelinhas deve ser apresentado pela prefeitura até dia 25 de janeiro, mas já ficou definido que não haverá valor padrão de cobrança. As novidades têm gerado expectativa entre os guardadores e motoristas. Em geral, os flanelinhas concordam que a medida vai trazer mais segurança para os dois lados. É o que pensa Angélica Medeiros, de 31 anos, que há quatro guarda carros no bairro e pretende regularizar sua situação. Ela reclama dos guardadores que vêm de outras localidades.“Eles cobram preços mais altos. Isso acaba prejudicando nosso trabalho, que fica mal visto”, opina.
Já Alcimar Rodrigues Barcelos, que há dez anos exerce a ocupação na rua da Moeda, acha que os guardadores poderiam receber uma ajuda de custo. “Eu não peço nenhum valor fixo aos motoristas. Às vezes ganho dinheiro, às vezes não”, afirma. Para ele, o cadastramento vai permitir que os que estiverem regularizados trabalhem de forma mais organizada. O aposentado e estudante de direito Erílio Lira, 60, vai constantemente ao Bairro do Recife e considera o registro dos guardadores “uma medida inclusiva dentro de algo ilegal“. “É válido como uma atitude minimizadora de problemas”, avalia. Ele crê que, regularizados, os trabalhadores também passarão a tratar melhor os motoristas.
Fonte Folha PE

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