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sábado, 7 de setembro de 2013

BANCÁRIOS DE PERNAMBUCO DEFINEM GREVE NA PRÓXIMA QUARTA

Do NE10
O Sindicato dos Bancários de Pernambuco realizará uma assembleia geral na próxima quarta-feira (11), às 19h, na sede da entidade, no bairro da Boa Vista, Centro do Recife, quando será definida - ou não - deflagração de greve no Estado. A categoria aderiu à mobilização organizada pelo Comando Nacional dos Bancários. Os trabalhadores rejeitaram o reajuste salarial de 6,1% proposto pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) nessa quinta-feira (5). O Comando decidiu aprovar um calendário de luta com greve geral por tempo indeterminado a partir do dia 19 de setembro.

A categoria reivindica 11,93% de reajuste (5% de aumento real mais inflação projetada de 6,6%), Três salários mais R$ 5.553,15 a título de Participação de Lucros e Resultados (PLR) e R$ 678 mensais referentes aos auxílio-alimentação, refeição, 13ª cesta-alimentação e auxílio-creche/babá.

Os bancários também pedem fim das metas abusivas e do assédio moral, além do fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações e aprovação da Convenção 158 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), que proíbe as dispensas motivadas. 

Um plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários, pagamento de auxílio-educação para graduação e pós-graduação e o fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários, a fim de prevenir assaltos e sequestros, e a contratação de pelo menos 20% de negros e negras também faz parte da pauta de reivindicações.

FEDERAÇÃO - A Fenaban propôs a constituição de dois grupos de trabalho. O primeiro grupo analisará as causas de demissões no setor; o segundo conduzirá discussão sobre a jornada de trabalho dos bancários. A Federação se comprometeu em realizar um seminário sobre Tendências da Tecnologia no cenário bancário mundial. 

Sobre as questões econômicas, a Fenaban alegou que o reajuste de 6,1% corrigirá salários, pisos e benefícios, enquanto os bancários afirmam que o reajuste cobre apenas a inflação. Na participação nos lucros, os patrões afirmam que será mantida a mesma fórmula atual, com correção dos valores fixos e de tetos em 6,1%. 
 
De acordo com a Fenaban, o piso salarial para bancários com função de caixa passará para R$ 2.182,36, com jornadas de 6 horas. O reajuste do auxílio refeição proposto é de R$ 22,77 por dia; a cesta alimentação passa para R$ 390,36 por mês. A 13ª cesta será no mesmo valor e o auxílio-creche mensal de R$ 324,89 por filho até seis anos.

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