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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Clipping PMAL || Quem quer financiar a casa própria pelo programa deve buscar locais como Abreu e Lima, Paulista, Camaragibe e Jaboatão


JORNAL DO COMMECIO, 09 DE FEVEREIRO DE 2012
ECONOMIA
Recife não tem projetos para o Minha Casa
A Caixa Econômica Federal admitiu que vai ser praticamente impossível lançar novos imóveis dentro do Minha Casa, Minha Vida na cidade do Recife. O banco diz que há projetos para as outras cidades da região metropolitana como Abreu e Lima, Paulista, Camaragibe e Jaboatão dos Guararapes, entre outras, mas não para a capital. A declaração cria uma dúvida na população que se inscreveu no programa e colocou o Recife como cidade preferencial de moradia.
O problema é que quem fez a inscrição na Companhia Estadual de Habitação e Obras (CEHAB), responsável pelo cadastro dos interessados nos imóveis do programa, não pode fazer uma nova inscrição e mudar a cidade de preferência. Ou seja, quem se inscreveu querendo morar no Recife, a maioria dos inscritos, vai ter uma chance muito, mas muito menor de ter um imóvel do programa do que aqueles que colocaram as cidades vizinhas como preferenciais.
Segundo Wagner Lima, diretor de gestão da Cehab, a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) criou um grupo de trabalho para identificar terrenos no Recife para serem doados ao programa como uma forma de solucionar parte do problema. A falta de projetos no Recife se deve sobretudo ao tamanho da cidade. Ela é pequena em comparação com as outras capitais brasileiras. Por causa do tamanho, o número de terrenos é menor e aqueles que são bem localizados e têm boa infraestrutura são geralmente usados para projetos com unidades mais caras. Na hora de fechar a conta com a compra de um terreno bem localizado e a venda de uma unidade por até R$ 150 mil, a construtora desiste.
“Recife é um município difícil de se construir porque é muito pequeno. Quem colocou o Recife como local prioritário para morar em um imóvel dentro do Minha Casa deve começar a considerar outras cidades como opção”, informa o superintendente regional da Caixa, Paulo Nery.
As construtoras dizem que depois do programa Minha Casa e com o aumento da demanda da classe média por imóveis em detrimento da diminuição do número de ofertas, por conta da retenção dos novos lançamentos, o preço dos terrenos no Recife aumentou bastante. Em alguns bairros, o metro quadrado quase triplicou de preço. Esse incremento impede que moradias populares sejam erguidas.
Outro problema é a falta de infraestrutura, como a pavimentação de ruas e o abastecimento d’água dos terrenos da capital. Além disso, muitos terrenos são bem localizados, mas estão irregulares com relação à documentação.

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