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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Enteada agredida pelo padrasto

Em oito anos de convivência com a esposa, um pintor de 36 anos, morador do bairro de Caetés I, no município de Abreu e Lima, no Grande Recife, nunca havia sequer levantado a mão para a enteada e a tratava como filha. Mas, na noite da última segunda-feira (20), após um desentendimento familiar ele agrediu a jovem de 16 anos. Com raiva, a garota chamou a polícia e o caso foi encaminhado a Gerência de Polícia da Criança e do Adolescente (GPCA) no Recife. O agressor, a adolescente e a mãe dela foram levados para a unidade policial por PMs do 17º Batalhão. Em depoimento, a menina disse que o padrasto a agrediu com murros na cabeça porque ela desobedecido uma ordem dele. “Ele chegou bêbado, muito alterado em casa hoje, e não queria que eu fosse conversar com minhas colegas na frente de casa. Como peitei ele, disse que ele não mandava em mim, ele veio e me deu vários murros na cabeça”, contou a menor.

A mãe da jovem confirmou a agressão. Afirmou que o marido a tratava como filha, já que o pai biológico não dava assistência, e que a menor havia desrespeitado o provedor da família. Por isso, estava dividida, não sabia a quem defender. “Eu estou aqui entre a cruz e a espada. De um lado, minha filha. Do outro, meu marido. Um homem trabalhador e que sustenta a casa, que a criou como filha. O pai dela não quer saber dela nem dá nada para ela e meu outro filho. Convivo com esse meu marido há oito anos e ele nunca levantou a mão para nenhum dos meus dois filhos. Mas ele havia bebido, e quando bebe fica um pouco nervoso. A menina tinha passado o dia todo na rua e ele disse que ela não sairia mais. Ela desobedeceu e começou o problema. Os dois tem que se respeitar”, disse a costureira de 38 anos. “Não vou deixar nem ele, que é meu marido, e nem ela que é minha filha”, complementou.

Foi registrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e o caso será encaminhado à justiça. “Levamos em consideração o fato de ele estar apre­sentando sinais de embreaguez, além das informações levantadas sobre o comportamento dele dentro de casa quando be­be. A própria esposa dele, mãe da jo­­vem, confirmou que quando be­be o rapaz fica agressivo e agri­de a mulher”, detalhou o delegado Marcos Pereira.



Fonte: http://www.folhape.com.br/index.php/caderno-policia/645781?task=view

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